E, vem cá, notei que os sapatos dele são "malemá" do mesmo tamanho que os dela, ou seja, relativamente pequenos...
Então, fiquei curiosa...falemos de medidas corporais (rs):- será verdade que é possível prever o comprimento do, como direi, "daquilo" (cazzo, pene, flecha do amor), pelo tamanho dos pés???
Sobre a fota, ahhhh os paparazzis, I mean, ahhhh os voyers. Risos
E lá vem a senhoura cutucar a onça com a vara curta....
Risosss
Eu não estou certa de que pelo tamanho dos pés podemos prever o comprimento do cazzo (risos escalafobéticos).
Entretanto, já que a senhoura tocou no assunto medidas corporais (ai, ai e ai) a importância do(s) tamanho(s) sob o ponto de vista feminino não é tão maternal como algumas pestes (mulheres) costumam fingir, ops, alegar, né, inferno?!!!!
Hummm... Ahhnnn... Só tô aqui para ver como ficam minhas palavras nessas letras (que achei bonitas, embora meio complicadinhas de se ver). E também para comentar o fato de que as fotos (emboras sugestivas), são machistas: o cara tá vestido, e a mina, não.
Não sou nada fã de me meter em debates alheios, mas julgo oportuno deixar uma "pequena" contribuição na óptica de um observador isento e desinteressado. Vejamos:
Na primeira cena a moça deu de trás, na segunda ajoelhou, na terceira sentou. Essa sequência cronológica implica as seguintes ilações: se a moça não se tivesse agradado com o encaixe a reboque não ajoelharia e se não se tivesse agradado com a reza não se colocaria em cima do terço. Daí, é razoável conjecturar que tudo estava de bom tamanho para ela, right?
Contudo, há uma outra consideração a fazer. Tudo o que respeita ao ser feminino tem de ficar assim mesmo - incerto, indefinido, conjecturado -, já que o universo respectivo, vasto em interesses diversos, escapa a qualquer teoria lógica.
Na verdade, a única e pequena probabilidade que podemos retirar a partir da observação do tríptico é que normalmente as gurias, na hora de atascar, descalçam os sapatos mais rapidamente do que os guris.
Ainda assim a pequenez desta probabilidade pode ser abalada por uma probabiblidade maior: se parece irrefutável que o tamanho do documento não constituiu entrave para que a acção ocorresse, é provável que o complexo do guri não se localizasse ao nível do documento, mas sim ao nível do chulé.
O pé dele é pequenininho. Amèlie, devido a essa história de tamanho X "desenvoltura", as três fotos foram suficientes? Ou precisaria mais algumas pra completar esse álbum?
E já escapando dessa coisa de tamanho e documento, até pq eu não tô podendo me indispor com alguns leitores daqui, aproveito pra mandar o texto do Sá. É chamar de frouxos ainda dá pé:
-----
Sim, homem é frouxo, só usa vírgula, no máximo um ponto e virgula; jamais um ponto final.
Sim, o amor acaba, como sentenciou a mais bela das crônicas de Paulo Mendes Campos: “Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar…”
Acaba, mas só as mulheres têm a coragem de pingar o ponto da caneta-tinteiro do amor. E pronto. Às vezes com três exclamações, como nas manchetes sangrentas de antigamente.
Sem reticências…
Mesmo, em algumas ocasiões, contra a vontade. Sábias, sabem que não faz sentido prorrogação, os pênaltis, deixar o destino decidir na morte súbita.
O homem até cria motivos a mais para que a mulher diga basta, chega, é o fim!!!
O macho pode até sair para comprar cigarro na esquina e nunca mais voltar. E sair por ai dando baforadas aflitas no king-size do abandono, no Continental sem filtro da covardia e do desamor.
Mulher se acaba, mas diz na lata, sem metáforas.
Melhor mesmo para os dois lados, é que haja o maior barraco. Um quebra-quebra miserável, celular contra a parede, controle remoto no teto, óculos na maré, acusações mútuas, o diabo-a-quatro.
O amor, se é amor, não se acaba de forma civilizada.
Nem no Crato…nem na Suécia.
Se ama de verdade, nem o mais frio dos esquimós consegue escrever o “the end” sem uma quebradeira monstruosa.
Fim de amor sem baixarias é o atestado, com reconhecimento de firma e carimbo do cartório, de que o amor ali não mais estava.
O mais frio, o mais “cool” dos ingleses estrebucha e fura o disco dos Smiths, I Am Human, sim, demasiadamente humano esse barraco sem fim.
O que não pode é sair por ai assobiando, camisa aberta, relax, chutando as tampinhas da indiferença para dentro dos bueiros das calçadas e do tempo.
O fim do amor exige uma viuvez, um luto, não pode simplesmente pular o muro do reino da Carençolândia para exilar-se, com mala e cuia, com a primeira criatura ou com o primeiro traste que aparece pela frente.
E vamos ficando por aqui, pois já derrapei na curva da auto-ajuda como uma Kombi velha na Serra do Mar… e já já descambarei, eu me conheço, para o mundo de Paulo Coelho. Vade retro.
Será que o que aconteceu não tem outro significado? A mina começou por trás. Não deu. A mina rezou, pra ver se otimizava a indentidade dele. Daí, tentou de novo...
Observa bem: se não tivesse dado, ou seja, se não tivesse acontecido o funcionamento correcto de identificação, no terceiro quadro "a mina" estaria com os sapatinhos calçados, pronta para alancar dali.
Mas deu uma sentadinha, né?
*****
Sínsia!
Há quanto tempo, mulher! "Dá pé" e "escapando" coisa nenhuma, moça:
senta aí (que tá na moda, sabia não?) e conta prá gente, frou-xa-men-te, por onde é que você tem andado.
Vá, pode falar que a gente promete não se zangar, vá, conta logo tudo!
Sylvio, obrigada pelo elogio e sobretudo pela visita.
Você é o segundo a reclamar das letrinhas, prometo que vou pensar a respeito.
Sobre a foto e aproveitando o seu comentário, diria que deu sim, risos... Que deu tudo certo e deu tão certo que a guria só ajoelhou em agradecimento, nada pudico, vale complementar.
O terceiro quadro me faz concluir que para tudo o que é muito bom, convém prosseguir, continuar, pedir bis.
Dou graças a Deus por ser uma fêmea da espécie humana, com livre-arbítrio e realista o bastante para não ignorar que prazer físico não é (há muito tempo) privilégio apenas dos homens, assim como não vestiria uma capinha de tudo bem, ignorando que há mulheres que se relacionam sexualmente com outros homens sem envolvimento emocional, sem envolvimento platônico, sem estarem completly in love.
E um relacionamento que tem este cenário como pano de fundo, I mean, prazer pelo prazer, you know, you know!!! Não tem choro nem vela!!! Risos
Já e quando há envolvimento, é evidente que ninguém se apaixona por um "cazzo" sozinho e que existem outros fatores que podem seguramente tornar o tamanho do meiiiismo secundário.
Ainda assim, e como creio ser obveamente sabido por tu, tatu, nada, nadica de nada nada pode assegurar que mesmo para estas gurias (so in love), o tamanho do "cazzo" seja apenas um detalhe.
É natural que para algumas pessoas as letrinhas estejam complicadinhas de se ver: estão escritas em inglês, man!
Ok, fica tranquilo que eu traduzo pra você:
"Because today is friday and I hope you rest in peace" significa, literalmente, mais ou menos isto:
«Por causa (because) do frio (friday), eu espero (I hope) ainda hoje (today) que você (you) aqueça-lhe o resto (rest in) do pedaço peace». Ou seja, sem ser literalmente: "Infernize a mina no banheiro!"
Sínsia,
... E eu gosto muito da sua maneira de pensar. Ao sentar, costinhas direitas, hein?
Não costumo falar com desconhecidos. Mas, como pessoa esclarecida, e percebendo que o dito pelo Pedro carrega uma boa dose de bom senso, venho por meio destas linhas agradecer a dica, e dizer-lhe que, sim, darei um trato condigno na cachopa caso perceba sua (dela), disposição para uma brincadeira (infernizada?) a dois.
Sim, não se deve falar com desconhecidos (de jeito nenhum, nem por mímica!), a não ser que lhe sejam apresentados por uma pessoa confiável, é claro.
Hoje em dia todo o cuidado é pouco... Só de pensar nesses traficantes de carne branca que fazem sequestros para roubar o fígado, os rins e outros órgãos íntimos... Te cuida, hein?
Já agora, outra dica repleta de bom senso:
a disposição da cachopa não vai surgir por efeito de percepção. Se você quer brincadeira, seduz, desafia, provoca, atiça, mexe a bunda, ok?
Definitivamente, o tamanho faz diferença! Que lista graaaaaaande! rs
Hmmmmm... Parodiando a irmã do Caetano, "dentro desse mar tem rio"...
Mr. Almost, deep waters...
disse tudo, sem tirar nem por... ah, o encaixe... o encaixe é que define o tamanho do... cof cof...prazer!
Mèleca,
depois eu é que sou A peste, né! Ahan... sei.
Ai de mim, que sou romântica...
Well, a bem da verdade, à luz do conhecimento isento, desinteressado e científico que me toca, o tamanho tem a ver com as preferências de cada um...
E, com o ingrediente totalmente subjetivo da paixão, medida alguma faz diferença no prazer...As características específicas de cada um, cada imperfeição no corpo do outro se tornam adoráveis. O tesão é inexplicável... Aiai (suspiro loooongo)
Apesar de Portugal não aparecer no ranking da average do assunto, faz todo o sentido a avó da Amèlie ter casado com um português (rsss, chegando a brasa à minha sardinha, né?), porventura a pessoa que a Amèlie mais admirou.
a considerar a sua informação sobre o dna, a descendência da Mèleca e o tal ranking da average, é de se conjecturar que foram os lindos...olhos do vovô que encantaram a vovó...
Eu não fui nunca admirado pela Amèlie, impressão sua. Já a chileninha... Well, talvez, il y a longtemps.
Doutora Cora,
Na incapacidade de desenhar-lhe o dedo máximo no meio dos olhos, desejaria rogar o favor a v. senhoria que não me dirija mais a palavra. Tô nem aí com gente sem carácter. Faça o seguinte: apanhe uma carona para o Congo, divirta-se muito por lá e esqueça-me.
E já agora, não é "descendência" doutora: é "ascendência".
Muito estranho este blog..., cheio de armadilhas Ameliè (nome de minha sobrinha, né en France): a gente clica no link 'postar comentario', e ele desaparece!!!! Fiquei receoso...!
Mas, tudo bem! Mr. Almost, quase acertou desta vez. Só errou ao dizer-me para balançar a bunda, com resto concordo em numero e grau! Aliás, melhorei muito neste quesito: o de botar pra ferver! Ao perguntar por vc, RM comentou que achava que vc levou andando umas cachuletadas por por aí, em blog de gatinhas, e que se recolheu. Acreditei nele: vc gosta de colocar fogo no circo. O que não é bom, nem ruim: é apenas um estilo.
Aliás, notei que Mr. Port, e Amèlie, perceberam da mesma forma as três fotos. Deduzo, pois, que Amèlie não é 'flor que se cheire', mas que vive cercada de narizes por todos os lados.
Não vou litigar com você acerca das considerações que você teceu sobre a minha pessoa, máxime aquela que me qualifica de incendiário, já que não advogo em causa própria.
Porém, amigo, permita-lhe que lhe diga que você está muito errado no juízo que fez sobre a Amèlie e o blog. Posso assegurar-lhe que a Amèlie é uma "criança" adorável que nem a sua sobrinha francesa. É certo que, sometimes, é um bocado traquina, um bocado travessa e um bocado caprichosa, mas qual criança de verdade não o é?
Se você se abstrair desses pequenos detalhes, verá na Amèlie uma pessoa bondosa, afável (mesmo quando ela sopra o esmalte das unhas como quem sopra o fuminho do cano da 38), meiga, divertida, capaz de o acompanhar num passeio até à Tiffany's com a maior das alegrias.
Além de que é socialmente muito prestimosa. Só para você ter uma ideia, um exemplo: um dia a Amèlie identificou e desmontou um grave esquema de corrupção dos camelôs de guarda-chuvas da cidade de São Paulo, e denunciou na rede social os locais dos depósitos onde se encontrava escondido todo o material contrafeito, possibilitando que a legalidade fosse reposta e os criminosos severamente punidos. Bom é de concluir que as armadilhas da Amèlie de que você fala só são ruins (por vezes fatais) para os fora-da-lei e gatos voadores, o que não é obviamente o seu caso, já que é observável pelo seu avatar que você é uma pessoa de bem. E pessoas de bem não devem ficar receosas na companhia de outras pessoas de bem.
No resto você tem razão. A Amèlie não é flor que se cheire, e eu adianto: nem é sequer uma flor. Tá mais para jardim, de tão completa que é. Daí tantos narizes e gatos aflitinhos para se desentupirem.
Tô sabendo que você tem umas mãos de fada no que toca a massagem linfática. Que acha da ideia de oferecer à Amèlie uma demonstração dos seus saudáveis serviços? Vai por mim, rapaz! Você convida (com entusiasmo, hein?) a Amèlie e vai ver que ela não lhe ficará atrás no entusiasmo, e levará o balde cheínho de gelo maciço para as "comemorações", if you know what I mean.
Já agora, que você tem discursado sobre Mr. Almost e sobre a Amèlie, uma pergunta para você:
Embora menos literado, você não tem um primo no Rio de Janeiro chamado Geraldo Iglésias?... Não?... Mas vocês se parecem, viu?
Sua afabilidade é notória, assim como sua acidez... Por via das duvidas, o trato com luva de pelica pois sou, como bem citou, um homem de bem e avesso a quiprocós desnecessários.
Me expressei mal quanto às 'armadilhas', deveria ter grafado com aspas. De qualquer maneira sabemos, como homens de boa vontade, que o feminino aprecia alguns 'mistérios', como esse de posicionar o cursor em cima de uma palavra (link), e esta desaparecer... Claro que isso faz parte (embora sem intenção neste caso), dos voláteis jogos femininos que tanto apreciamos.
Quanto à sua tendência (- aprecio crases), de tacar fogo nas coisas (conversas, por exemplo), normal; vc é um cavalheiro inteligente e impetuoso; melhor alterar-se gramaticamente do que sacar a espada (ôpa!), no meio do salão.
Bem, vamos falar da afável (porém, traquina), Amèlie... Um docinho de coco, sem duvida; e sapeca, com certeza!
Muito rapidinha nas respostas, um perigo! Claro que esta maneira de ser aguça nossa sensibilidade, e a nossa 'sensibilidade'; como uma mocinha inteligente, ela sabe disso e fica cutucando a onça com vara curta. Como explicar um post tão..., hummm..., sugestivo como esse aqui?: com fotos picantes, um tal de se ajoelhar, de se virar, desvirar, experimentando graciosamente várias posições? Ahhh, faz-me lembrar de bailarinas do Bolshoi! Ainda bem que deixei de ser tão romântico (gente romântica é um pé no saco), não fico viajando na maionese; se ver Amélie por aí dando sopa na Champs-Élysées, caio matando!
Ahhhh!! Que poeta sois!
Então, Amèlie não é uma flor (que se cheire), mas.., um jardim!! Linda imagem! Talvez até seja gramadinho este jardim, pra gente poder deitar, e rolar..! Sinto muita falta de um gramadinho fôfo, cheiroso...
Por falar nisso..., seguindo sua linha de pensamento, talvez a convide para uma drenagem linfática, um Shiatsu, ou uma clássica caprichada. Como profissional, não penso em besteiras ao aplicar uma massagem (fiz um teste com minha ex de calcinhas em cima da mesa da cozinha, e não rolou nada. Só depois.).
Geraldo Iglésias?? No... Minha familia é de coronéis do Ceará, no tengo sangre español en mis venas.
Gosto de pessoas de atitude e com argúcia para captar as ideias logo à primeira. Tu vai no bom caminho, rapaz!
A Amèlie iria, com certeza, adorar uma drenagem linfática, sobretudo se for essa tal de "clássica caprichada". A "Shiatsu" também é legal, mas - na minha modesta opinião- seria apropriada para a amiga dela, a Tami, essa sim uma verdadeira flor com traços asiáticos, daquelas que você mencionou.
Agora, que já ninguém vem ler este post porque tem um novo, chega aqui, que vou te dar uma dica:
Drenagem linfática em cima da mesa da cozinha, ainda pra mais com a ex, nunca resulta nada. Você sabe como são os líquidos corporais, né?... Explicando de uma forma simples, escondem-se dentro do secretismo da carne por horror à luminosidade do mundo. Com a ex a situação agrava-se porque a coisa já deu o que tinha a dar. Apesar de você não ser um romântico, e porque nestas coisas a dois não podemos pensar apenas em nós, tenho cá pra mim que a Amèlie seria capaz de apreciar a drenagem num ambiente mais íntimo: umas velinhas coloridas cintilando na obscuridade, uma fragância floral pairando no ar, um Moet & Chandon esfriando no gelo, uma musiquinha da Billie Holliday ("Strange Fruit", por exemplo) tocando suavemente... Um bom profissional (como você é) tem de cuidar de todos os detalhes e sei que você sabe como as mulheres acham deliciosas as minúcias mais ou menos glamurosas. As moças de bom gosto apreciam tudo bem feito, e, ademais, uma doçura traquina como a Amèlie necessita de um ambiente recatado e propício para se acalmar diante de um acontecimento caprichado como esse que você sugeriu aplicar.
Dei-te esta dica com o coração aberto, viu? Sei que não me vai deixar ficar mal, já que, indirectamente, eu te estou apresentando à guria e de alguma forma me sinto responsável.
E é tudo. Envia à moça um email com o convite (elas adoram privacidade nessas questões de beleza, entende?) e não se esqueça de liquidar a anualidade do teu seguro de vida, que o mundo tá violento em todo o lado, da Líbia ao Yemen.
Estou sempre atento aos meus passos; o bom senso no diz para agirmos sempre de acordo com as possibilidades; sonhar é agradável, mas nada melhor que estabelecer um relacionamento com os pés no chão, né? No mais, Amèlie é uma pessoa afável, e companhia assim é sempre bem vinda independente do que possa rolar: amizade, ou algo mais. Neste jogo, o importante é não empatar no zero a zero. O resto é resto.
Pode ficar traquilo que a Amèlie também não gosta de empates e tenho a certeza que vai desempatar.
Ah, é verdade, já me esquecia... Assim que o convite for aceite e agendado o encontro, você faça uma surpresa (as gurias adoram surpresas, fazer o quê?) oferecendo a ela um picador de gelo porque a Amèlie deixou cair o dela no mar quando foi fazer um piquenique na praia e agora não tem como "quebrar o gelo", tá entendendo?
Ex ponta aonde, Sylvio? Na idade? Você tá aposentado? Não tem mais ponta? Caraca, moço! Que má notícia!
Bahhh, não liga pra isso, rapaz! Tem até algumas moças que preferem uns carinhos, uns beijões bem assentes e vibrantes, e já não querem mais nada: ficam satisfeitas, rendidas à meiguice.
Em relação ao picador, você é que sabe. Repito: você é que sabe.
Eu cá, se a situação fosse comigo, levaria um. Há circunstâncias na vida (lá para o final, sim...) que quanto mais instantâneas melhor.
Se eu tô aposentado... Mr. Wolf (Pulp Fiction?), vc é fogo hein? Sei que você é uma pessoa que não fica só em palavras, que você mata a cobra e mostra o pau (ôpa!); que tem lenha para queimar. Minha situação em relação as gatinhas é um pouco diferente, embora não menos prazeroza: minhas experiências foram bem aproveitadas, não sou de amarelar frente a uma fema... (Estou ouvindo ZZ Top agora - som porreiro!)
62 comentários:
Amèlie: We ill and you? Beijinhos
Caraca, Mèlinha!
Com tanta cabine no banheiro e só uma estava funcionando?
E com tantos bares com banheiros separados por sexo, só tinha esse pra ir?
Não me diga que é o Pinguim! rss
RMzinho,
Você me assusta!!!
E por favor, antes de comentar os posts do circo, por favor, jogue a bolinha de cristal no vaso sanitario.
Rssssssss
Tamizinha,
I am!
Bjs e bom final de semana.
Não seria melhor jogar bolinhas de naftalina? rss
Mulher devassa!!!
Amélie! É você???
Como você se deixa ser pega assim, menina! rs
E, vem cá, notei que os sapatos dele são "malemá" do mesmo tamanho que os dela, ou seja, relativamente pequenos...
Então, fiquei curiosa...falemos de medidas corporais (rs):- será verdade que é possível prever o comprimento do, como direi, "daquilo" (cazzo, pene, flecha do amor), pelo tamanho dos pés???
Corinha,
Sobre a fota, ahhhh os paparazzis, I mean, ahhhh os voyers. Risos
E lá vem a senhoura cutucar a onça com a vara curta....
Risosss
Eu não estou certa de que pelo tamanho dos pés podemos prever o comprimento do cazzo (risos escalafobéticos).
Entretanto, já que a senhoura tocou no assunto medidas corporais (ai, ai e ai) a importância do(s) tamanho(s) sob o ponto de vista feminino não é tão maternal como algumas pestes (mulheres) costumam fingir, ops, alegar, né, inferno?!!!!
Ué, Corinha!
Também pode ser que o pezinho da moça seja, como diria, de tamanho avantajado... rss
E me diga uma coisa: nesse caso o tamanho do pé também teria relação com o da... ah, deixa pra lá! rss
Ai que letra ruim de se ver sô! rs
Chorik,
Cê, ve!!! Quero dizer cê não vê!!!
Risos
E depois tem gente que diz que tamanho não é documento!!!
Risos
Amèlie, menina!
para fins científicos... a perguntinha foi tão diretinha:- O tamanho do, como direi, C***** do dono do sapatinho era ou não compatível? rs
Ahn... quer dizer que, na sua opinião, o tamanho do... como direi, pinto (*pronto, falei), é importante pro indivíduo do sexo masculino?
rmZinho,
...boca? rs
qual o número dos sapatos que você calça?
Chorik?
ah, sim...em casos extremos, canta assim: ♪♫ "vou não, quero não, posso não, minha mulher não deixa, não"♪♫
** aiai... que a gente se diverte com ou por tão pouco...rs
Hummm... Ahhnnn...
Só tô aqui para ver como ficam minhas palavras nessas letras (que achei bonitas, embora meio complicadinhas de se ver).
E também para comentar o fato de que as fotos (emboras sugestivas), são machistas: o cara tá vestido, e a mina, não.
Lindo nome o seu, Amèlie!
Bom dia.
Não sou nada fã de me meter em debates alheios, mas julgo oportuno deixar uma "pequena" contribuição na óptica de um observador isento e desinteressado. Vejamos:
Na primeira cena a moça deu de trás, na segunda ajoelhou, na terceira sentou. Essa sequência cronológica implica as seguintes ilações: se a moça não se tivesse agradado com o encaixe a reboque não ajoelharia e se não se tivesse agradado com a reza não se colocaria em cima do terço. Daí, é razoável conjecturar que tudo estava de bom tamanho para ela, right?
Contudo, há uma outra consideração a fazer. Tudo o que respeita ao ser feminino tem de ficar assim mesmo - incerto, indefinido, conjecturado -, já que o universo respectivo, vasto em interesses diversos, escapa a qualquer teoria lógica.
Na verdade, a única e pequena probabilidade que podemos retirar a partir da observação do tríptico é que normalmente as gurias, na hora de atascar, descalçam os sapatos mais rapidamente do que os guris.
Ainda assim a pequenez desta probabilidade pode ser abalada por uma probabiblidade maior: se parece irrefutável que o tamanho do documento não constituiu entrave para que a acção ocorresse, é provável que o complexo do guri não se localizasse ao nível do documento, mas sim ao nível do chulé.
Quaquaqua! Boa essa do Portuga...
O pé dele é pequenininho.
Amèlie, devido a essa história de tamanho X "desenvoltura", as três fotos foram suficientes? Ou precisaria mais algumas pra completar esse álbum?
E já escapando dessa coisa de tamanho e documento,
até pq eu não tô podendo me indispor com alguns leitores daqui, aproveito pra
mandar o texto do Sá.
É chamar de frouxos ainda dá pé:
-----
Sim, homem é frouxo, só usa vírgula, no máximo um ponto e virgula; jamais um ponto final.
Sim, o amor acaba, como sentenciou a mais bela das crônicas de Paulo Mendes Campos: “Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar…”
Acaba, mas só as mulheres têm a coragem de pingar o ponto da caneta-tinteiro do amor. E pronto. Às vezes com três exclamações, como nas manchetes sangrentas de antigamente.
Sem reticências…
Mesmo, em algumas ocasiões, contra a vontade. Sábias, sabem que não faz sentido prorrogação, os pênaltis, deixar o destino decidir na morte súbita.
O homem até cria motivos a mais para que a mulher diga basta, chega, é o fim!!!
O macho pode até sair para comprar cigarro na esquina e nunca mais voltar. E sair por ai dando baforadas aflitas no king-size do abandono, no Continental sem filtro da covardia e do desamor.
Mulher se acaba, mas diz na lata, sem metáforas.
Melhor mesmo para os dois lados, é que haja o maior barraco. Um quebra-quebra miserável, celular contra a parede, controle remoto no teto, óculos na maré, acusações mútuas, o diabo-a-quatro.
O amor, se é amor, não se acaba de forma civilizada.
Nem no Crato…nem na Suécia.
Se ama de verdade, nem o mais frio dos esquimós consegue escrever o “the end” sem uma quebradeira monstruosa.
Fim de amor sem baixarias é o atestado, com reconhecimento de firma e carimbo do cartório, de que o amor ali não mais estava.
O mais frio, o mais “cool” dos ingleses estrebucha e fura o disco dos Smiths, I Am Human, sim, demasiadamente humano esse barraco sem fim.
O que não pode é sair por ai assobiando, camisa aberta, relax, chutando as tampinhas da indiferença para dentro dos bueiros das calçadas e do tempo.
O fim do amor exige uma viuvez, um luto, não pode simplesmente pular o muro do reino da Carençolândia para exilar-se, com mala e cuia, com a primeira criatura ou com o primeiro traste que aparece pela frente.
E vamos ficando por aqui, pois já derrapei na curva da auto-ajuda como uma Kombi velha na Serra do Mar… e já já descambarei, eu me conheço, para o mundo de Paulo Coelho. Vade retro.
Sei lá Mr...
Será que o que aconteceu não tem outro significado?
A mina começou por trás. Não deu.
A mina rezou, pra ver se otimizava a indentidade dele.
Daí, tentou de novo...
Legal estar jogando berlinde com a gente!
Sylvio,
deixa de ser pessimista, rapaz!
Como é que não deu, heim?
Observa bem: se não tivesse dado, ou seja, se não tivesse acontecido o funcionamento correcto de identificação, no terceiro quadro "a mina" estaria com os sapatinhos calçados, pronta para alancar dali.
Mas deu uma sentadinha, né?
*****
Sínsia!
Há quanto tempo, mulher! "Dá pé" e "escapando" coisa nenhuma, moça:
senta aí (que tá na moda, sabia não?) e conta prá gente, frou-xa-men-te, por onde é que você tem andado.
Vá, pode falar que a gente promete não se zangar, vá, conta logo tudo!
Mr. Almost, como diria a Miss Viv´s: “ pedindo assim, com jeitinho eu digo tudo”
Sumida? Como o senhor, só para quem e quando eu quero.
Ah, sim. Concordo que sentar nunca esteve tão na moda, de facto.
E gosto de imaginar que o senhor aprecia muito dar colinho.
Sylvio, obrigada pelo elogio e sobretudo pela visita.
Você é o segundo a reclamar das letrinhas, prometo que vou pensar a respeito.
Sobre a foto e aproveitando o seu comentário, diria que deu sim, risos... Que deu tudo certo e deu tão certo que a guria só ajoelhou em agradecimento, nada pudico, vale complementar.
O terceiro quadro me faz concluir que para tudo o que é muito bom, convém prosseguir, continuar, pedir bis.
Bjs
Corinha, minha peste favorita:
Dou graças a Deus por ser uma fêmea da espécie humana, com livre-arbítrio e realista o bastante para não ignorar que prazer físico não é (há muito tempo) privilégio apenas dos homens, assim como não vestiria uma capinha de tudo bem, ignorando que há mulheres que se relacionam sexualmente com outros homens sem envolvimento emocional, sem envolvimento platônico, sem estarem completly in love.
E um relacionamento que tem este cenário como pano de fundo, I mean, prazer pelo prazer, you know, you know!!! Não tem choro nem vela!!! Risos
Já e quando há envolvimento, é evidente que ninguém se apaixona por um "cazzo" sozinho e que existem outros fatores que podem seguramente tornar o tamanho do meiiiismo secundário.
Ainda assim, e como creio ser obveamente sabido por tu, tatu, nada, nadica de nada nada pode assegurar que mesmo para estas gurias (so in love), o tamanho do "cazzo" seja apenas um detalhe.
Bjs
HotAngel,
É a senhoura tem dúvida?
O assunto tem rendido tanto.
Risos e beijos
Sylvio,
É natural que para algumas pessoas as letrinhas estejam complicadinhas de se ver: estão escritas em inglês, man!
Ok, fica tranquilo que eu traduzo pra você:
"Because today is friday and I hope you rest in peace" significa, literalmente, mais ou menos isto:
«Por causa (because) do frio (friday), eu espero (I hope) ainda hoje (today) que você (you) aqueça-lhe o resto (rest in) do pedaço peace». Ou seja, sem ser literalmente: "Infernize a mina no banheiro!"
Sínsia,
... E eu gosto muito da sua maneira de pensar. Ao sentar, costinhas direitas, hein?
Ué,
agora chamo-me Pedro?...
Putz! Como assim?!!! Desde quando?... Rsss...
Leiam Mr. Almost, ok?...
(Deve ter saído assim devido ao problema de radioactividade resultante do acidente nuclear no Japão. Não liguem!)
Não costumo falar com desconhecidos. Mas, como pessoa esclarecida, e percebendo que o dito pelo Pedro carrega uma boa dose de bom senso, venho por meio destas linhas agradecer a dica, e dizer-lhe que, sim, darei um trato condigno na cachopa caso perceba sua (dela), disposição para uma brincadeira (infernizada?) a dois.
Mr Port.
Vai ter indentidade assim lá na casa do c******!!!!!!!
Qualquer hora a Federal te pega!!!!
Rêrêrê!!!!!!!!
Sylvio,
Sim, não se deve falar com desconhecidos (de jeito nenhum, nem por mímica!), a não ser que lhe sejam apresentados por uma pessoa confiável, é claro.
Hoje em dia todo o cuidado é pouco... Só de pensar nesses traficantes de carne branca que fazem sequestros para roubar o fígado, os rins e outros órgãos íntimos... Te cuida, hein?
Já agora, outra dica repleta de bom senso:
a disposição da cachopa não vai surgir por efeito de percepção. Se você quer brincadeira, seduz, desafia, provoca, atiça, mexe a bunda, ok?
A Federal? Rsss...
"rmZinho,
...boca? rs
qual o número dos sapatos que você calça?"
Cínsia,
esse banheiro está muito cheio. Conversamos por e-mail... rss
Amarela não, RMzinho.
Aqui a gente gosta de ver, ops, de ler.
Risos
Vivi´s, subornei a megerinha. Ganhei a aposta,
tô aqui e trouxe a prenda: http://imperialbedrooms.tumblr.com/post/3913906177
Rm, a Amélie com certeza não acharia que o banheiro
tá tão cheio assim.
uauuuuuuu
Mèlinha,
falamos também por mail... A três? rss
Cínsia,
nada tenho de concreto para basear a afirmação que segue, mas sempre achei que a moça em questão tem uma certa fixação por banheiros... rss
♪♫ Juju, ai Juju/Que é meu balangandã♪♫
Guau!
Que gente animada!
Definitivamente, o tamanho faz diferença! Que lista graaaaaaande! rs
Hmmmmm... Parodiando a irmã do Caetano, "dentro desse mar tem rio"...
Mr. Almost, deep waters...
disse tudo, sem tirar nem por... ah, o encaixe... o encaixe é que define o tamanho do... cof cof...prazer!
Mèleca,
depois eu é que sou A peste, né! Ahan... sei.
Ai de mim, que sou romântica...
Well, a bem da verdade, à luz do conhecimento isento, desinteressado e científico que me toca, o tamanho tem a ver com as preferências de cada um...
E, com o ingrediente totalmente subjetivo da paixão, medida alguma faz diferença no prazer...As características específicas de cada um, cada imperfeição no corpo do outro se tornam adoráveis. O tesão é inexplicável... Aiai (suspiro loooongo)
Para as meninas que gostam de
viajar:
http://www.targetmap.com/viewer.aspx?reportId=3073
Guia de viagem????????????????????????????????????????????????????
Anônimo?
- quem é você? rs
... brincando em cima daquilo...rs
Justos céus!
O atlas dos paus!
Chorik, anima-te, rapaz: os japoneses ganham aos chineses por três milímetros! Não é muito, é verdade, mas é melhor que nada.
E quem diria que o segundo maior registo mundial é precisamente o da terrinha dos avós da Amèlie, a Hungria!
Well, isso explica muita coisa... Rssss... Aquele "ponto de vista feminino" indica uma preferência hereditária.
Corinha,
brincando em cima daquilo?
Daquilo o quê?????
Rssss
Danilo,
cuidado, o aremedo de megera gosta de dar corda pro outro se enforcar... tudo bem, que na maioria das vezes, quem acaba enforcadinha é ela.
Obrigada pela prenda.
Retribuirei a altura.
Bjs
Anônimo,
Sobre o mapa?
A gerência agradece!
Só agora deu pra dar uma olhadinha com mais concentração. E como citou o Mr. Almost, olha lá a Hungria, reinando, imponente.
Risos...
Faz tooooodo sentido!!!
Bjs
"Faz tooooodo sentido"?
Aham, faz sim:
Apesar de Portugal não aparecer no ranking da average do assunto, faz todo o sentido a avó da Amèlie ter casado com um português (rsss, chegando a brasa à minha sardinha, né?), porventura a pessoa que a Amèlie mais admirou.
Quem, Mr. Almost?
Você ou
o avô?
lol lol lol lol lol
Ops,
arremedo*
Hmmm... Sorry Mr. Almost,
a considerar a sua informação sobre o dna, a descendência da Mèleca e o tal ranking da average, é de se conjecturar que foram os lindos...olhos do vovô que encantaram a vovó...
Ah, Amèlie...
O(a) Anônimo(a)que "pintou" no pedaço brincou legal em cima daquilo, nénão?
Corinha,
Será que eu entendi direito???
A senhoura é doutora em matemática???
Ah, é biologia, cazzo!
Rindo muito aqui!!!
Sínsia,
Eu não fui nunca admirado pela Amèlie, impressão sua. Já a chileninha... Well, talvez, il y a longtemps.
Doutora Cora,
Na incapacidade de desenhar-lhe o dedo máximo no meio dos olhos, desejaria rogar o favor a v. senhoria que não me dirija mais a palavra. Tô nem aí com gente sem carácter. Faça o seguinte: apanhe uma carona para o Congo, divirta-se muito por lá e esqueça-me.
E já agora, não é "descendência" doutora: é "ascendência".
Mr. Almost, ahhhh... a
chileninha,
sabemos.
Opa opa opa... Meu Sr! Respeito é bom e eu gosto! Hum!
Não sabe brincar? - Não brinca!
O clima aqui era de total liberdade para brincar. Tanto é que você o fez vááááárias vezes...
Eu também estava a brincar com as informações constantes do link dentro do link:
http://www.everyoneweb.com/worldpenissize/
(Vê lá os portugueses no ranking que mais parece uma grande brincadeira de algum aficcionado por web)
Nada pessoal, meu caro!
Até porque eu nem te conheço.
Queira me desculpar por não ter percebido ainda o seu lado ranzinza e nada maleável...
Passe bem!
Ah, sim...
Em tempo: *onde se lê: "descendência", leia-se: "ascendência"...
:D (obrigada, coiso)
Muito estranho este blog..., cheio de armadilhas Ameliè (nome de minha sobrinha, né en France): a gente clica no link 'postar comentario', e ele desaparece!!!!
Fiquei receoso...!
Mas, tudo bem!
Mr. Almost, quase acertou desta vez. Só errou ao dizer-me para balançar a bunda, com resto concordo em numero e grau!
Aliás, melhorei muito neste quesito: o de botar pra ferver!
Ao perguntar por vc, RM comentou que achava que vc levou andando umas cachuletadas por por aí, em blog de gatinhas, e que se recolheu.
Acreditei nele: vc gosta de colocar fogo no circo.
O que não é bom, nem ruim: é apenas um estilo.
Aliás, notei que Mr. Port, e Amèlie, perceberam da mesma forma as três fotos.
Deduzo, pois, que Amèlie não é 'flor que se cheire', mas que vive cercada de narizes por todos os lados.
A média brasileira neste quesito, o de tamanho de pênis, era de
14cm.
Pelo jeito, aumentou.
Sylvio,
Não vou litigar com você acerca das considerações que você teceu sobre a minha pessoa, máxime aquela que me qualifica de incendiário, já que não advogo em causa própria.
Porém, amigo, permita-lhe que lhe diga que você está muito errado no juízo que fez sobre a Amèlie e o blog. Posso assegurar-lhe que a Amèlie é uma "criança" adorável que nem a sua sobrinha francesa. É certo que, sometimes, é um bocado traquina, um bocado travessa e um bocado caprichosa, mas qual criança de verdade não o é?
Se você se abstrair desses pequenos detalhes, verá na Amèlie uma pessoa bondosa, afável (mesmo quando ela sopra o esmalte das unhas como quem sopra o fuminho do cano da 38), meiga, divertida, capaz de o acompanhar num passeio até à Tiffany's com a maior das alegrias.
Além de que é socialmente muito prestimosa. Só para você ter uma ideia, um exemplo: um dia a Amèlie identificou e desmontou um grave esquema de corrupção dos camelôs de guarda-chuvas da cidade de São Paulo, e denunciou na rede social os locais dos depósitos onde se encontrava escondido todo o material contrafeito, possibilitando que a legalidade fosse reposta e os criminosos severamente punidos. Bom é de concluir que as armadilhas da Amèlie de que você fala só são ruins (por vezes fatais) para os fora-da-lei e gatos voadores, o que não é obviamente o seu caso, já que é observável pelo seu avatar que você é uma pessoa de bem. E pessoas de bem não devem ficar receosas na companhia de outras pessoas de bem.
No resto você tem razão. A Amèlie não é flor que se cheire, e eu adianto: nem é sequer uma flor. Tá mais para jardim, de tão completa que é. Daí tantos narizes e gatos aflitinhos para se desentupirem.
Tô sabendo que você tem umas mãos de fada no que toca a massagem linfática. Que acha da ideia de oferecer à Amèlie uma demonstração dos seus saudáveis serviços? Vai por mim, rapaz! Você convida (com entusiasmo, hein?) a Amèlie e vai ver que ela não lhe ficará atrás no entusiasmo, e levará o balde cheínho de gelo maciço para as "comemorações", if you know what I mean.
Já agora, que você tem discursado sobre Mr. Almost e sobre a Amèlie, uma pergunta para você:
Embora menos literado, você não tem um primo no Rio de Janeiro chamado Geraldo Iglésias?... Não?... Mas vocês se parecem, viu?
Abraços.
Mr. Porty
Perdoe-me o diminutivo carinhoso.
Sua afabilidade é notória, assim como sua acidez... Por via das duvidas, o trato com luva de pelica pois sou, como bem citou, um homem de bem e avesso a quiprocós desnecessários.
Me expressei mal quanto às 'armadilhas', deveria ter grafado com aspas. De qualquer maneira sabemos, como homens de boa vontade, que o feminino aprecia alguns 'mistérios', como esse de posicionar o cursor em cima de uma palavra (link), e esta desaparecer... Claro que isso faz parte (embora sem intenção neste caso), dos voláteis jogos femininos que tanto apreciamos.
Quanto à sua tendência (- aprecio crases), de tacar fogo nas coisas (conversas, por exemplo), normal; vc é um cavalheiro inteligente e impetuoso; melhor alterar-se gramaticamente do que sacar a espada (ôpa!), no meio do salão.
Bem, vamos falar da afável (porém, traquina), Amèlie...
Um docinho de coco, sem duvida; e sapeca, com certeza!
Muito rapidinha nas respostas, um perigo! Claro que esta maneira de ser aguça nossa sensibilidade, e a nossa 'sensibilidade'; como uma mocinha inteligente, ela sabe disso e fica cutucando a onça com vara curta. Como explicar um post tão..., hummm..., sugestivo como esse aqui?: com fotos picantes, um tal de se ajoelhar, de se virar, desvirar, experimentando graciosamente várias posições?
Ahhh, faz-me lembrar de bailarinas do Bolshoi!
Ainda bem que deixei de ser tão romântico (gente romântica é um pé no saco), não fico viajando na maionese; se ver Amélie por aí dando sopa na Champs-Élysées, caio matando!
Ahhhh!! Que poeta sois!
Então, Amèlie não é uma flor (que se cheire), mas.., um jardim!!
Linda imagem! Talvez até seja gramadinho este jardim, pra gente poder deitar, e rolar..!
Sinto muita falta de um gramadinho fôfo, cheiroso...
Por falar nisso..., seguindo sua linha de pensamento, talvez a convide para uma drenagem linfática, um Shiatsu, ou uma clássica caprichada. Como profissional, não penso em besteiras ao aplicar uma massagem (fiz um teste com minha ex de calcinhas em cima da mesa da cozinha, e não rolou nada. Só depois.).
Geraldo Iglésias??
No... Minha familia é de coronéis do Ceará, no tengo sangre español en mis venas.
Abraços!
Sylvio,
Gosto de pessoas de atitude e com argúcia para captar as ideias logo à primeira. Tu vai no bom caminho, rapaz!
A Amèlie iria, com certeza, adorar uma drenagem linfática, sobretudo se for essa tal de "clássica caprichada". A "Shiatsu" também é legal, mas - na minha modesta opinião- seria apropriada para a amiga dela, a Tami, essa sim uma verdadeira flor com traços asiáticos, daquelas que você mencionou.
Agora, que já ninguém vem ler este post porque tem um novo, chega aqui, que vou te dar uma dica:
Drenagem linfática em cima da mesa da cozinha, ainda pra mais com a ex, nunca resulta nada. Você sabe como são os líquidos corporais, né?... Explicando de uma forma simples, escondem-se dentro do secretismo da carne por horror à luminosidade do mundo. Com a ex a situação agrava-se porque a coisa já deu o que tinha a dar. Apesar de você não ser um romântico, e porque nestas coisas a dois não podemos pensar apenas em nós, tenho cá pra mim que a Amèlie seria capaz de apreciar a drenagem num ambiente mais íntimo: umas velinhas coloridas cintilando na obscuridade, uma fragância floral pairando no ar, um Moet & Chandon esfriando no gelo, uma musiquinha da Billie Holliday ("Strange Fruit", por exemplo) tocando suavemente... Um bom profissional (como você é) tem de cuidar de todos os detalhes e sei que você sabe como as mulheres acham deliciosas as minúcias mais ou menos glamurosas. As moças de bom gosto apreciam tudo bem feito, e, ademais, uma doçura traquina como a Amèlie necessita de um ambiente recatado e propício para se acalmar diante de um acontecimento caprichado como esse que você sugeriu aplicar.
Dei-te esta dica com o coração aberto, viu? Sei que não me vai deixar ficar mal, já que, indirectamente, eu te estou apresentando à guria e de alguma forma me sinto responsável.
E é tudo. Envia à moça um email com o convite (elas adoram privacidade nessas questões de beleza, entende?) e não se esqueça de liquidar a anualidade do teu seguro de vida, que o mundo tá violento em todo o lado, da Líbia ao Yemen.
Abraço, e boa sorte!
Estou sempre atento aos meus passos; o bom senso no diz para agirmos sempre de acordo com as possibilidades; sonhar é agradável, mas nada melhor que estabelecer um relacionamento com os pés no chão, né?
No mais, Amèlie é uma pessoa afável, e companhia assim é sempre bem vinda independente do que possa rolar: amizade, ou algo mais.
Neste jogo, o importante é não empatar no zero a zero. O resto é resto.
Sempre um prazer falar com vc, Mr. Port!
É isso aí, Sylvio.
Pode ficar traquilo que a Amèlie também não gosta de empates e tenho a certeza que vai desempatar.
Ah, é verdade, já me esquecia... Assim que o convite for aceite e agendado o encontro, você faça uma surpresa (as gurias adoram surpresas, fazer o quê?) oferecendo a ela um picador de gelo porque a Amèlie deixou cair o dela no mar quando foi fazer um piquenique na praia e agora não tem como "quebrar o gelo", tá entendendo?
Abraço!
Não haverá nescessidade de picador, caso um encontro se concretize...: sou a expontãnieddade em pessoa!!!
:)
Ex ponta aonde, Sylvio? Na idade? Você tá aposentado? Não tem mais ponta? Caraca, moço! Que má notícia!
Bahhh, não liga pra isso, rapaz! Tem até algumas moças que preferem uns carinhos, uns beijões bem assentes e vibrantes, e já não querem mais nada: ficam satisfeitas, rendidas à meiguice.
Em relação ao picador, você é que sabe. Repito: você é que sabe.
Eu cá, se a situação fosse comigo, levaria um. Há circunstâncias na vida (lá para o final, sim...) que quanto mais instantâneas melhor.
Se eu tô aposentado...
Mr. Wolf (Pulp Fiction?), vc é fogo hein? Sei que você é uma pessoa que não fica só em palavras, que você mata a cobra e mostra o pau (ôpa!); que tem lenha para queimar.
Minha situação em relação as gatinhas é um pouco diferente, embora não menos prazeroza: minhas experiências foram bem aproveitadas, não sou de amarelar frente a uma fema...
(Estou ouvindo ZZ Top agora - som porreiro!)
Abrçs oceânicos.
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